Então ‘tá’ bom!

🐲  ouça  🐲

A vida é mesmo como um filme. Ora ela te decepciona, ora ela marca o momento exato para escandalizar contra suas próprias inquietações. E a contar com essa pertinência, ‘então tá bom’ se expôs ser o novo adeus em nossa conversação.

As pessoas são um projeto indumentário infinitamente captado de reconhecimento vital. Possuem uma ampla abordagem, de fato, conseguem tudo o que querem, quando querem. Como? O diálogo. Ponto. DIÁLOGO. Fiquei á pensar num instante buliçoso em como seríamos sem a comunicação… o silêncio seria a frota de nossos intervalos maiores. O conjunto vertical do presente aqui pertencente.

Espero não estar confundindo sua cabeça, a valer pelo trajeto que estou lhe correspondendo. Afinal quero dizer o seguinte: como seria a nossa interlocução se definitivamente desempenhássemos a nossa atenção numa única conversa? Nem que seja aquele parente distante ou a razão penetrante que te faça propor seu espaço como a desvelo àquela ideia. Olho no olho, essa é remessa.

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Geoffrey J.

Cada vez mais se portamos disparados á apatia. Se por não ouvir, é por não ter interesse, se por não responder, é por não ter argumento, se por tentar alguma conversa fiada, é por dizer que está puxando assunto. Se por não abafar nenhum caso, é por estar corroendo por dentro, criando expectativas para introduzir uma conversa acondicionada. Centrada, em algo sem arremesso.

É difícil acreditar que verdadeiramente estamos se desfazendo. Esbarrados uns aos outros, sem ao menos saber quem é quem. Sem ao menos considerar um bom dia, uma saudação amigável. Se de tudo falar, é algo intolerável. Estamos recuando a pinta de partida. Ninguém mais. Só o lamento, a menos. Que de alguma forma se reside em nós mesmos.

Ainda temo pela esperança. Pela liga de uma sociedade perspicácia de iniciativa, sem o tempo à esperar pela tese. Ainda temo que o adeus seja concedido após um papo delicioso, sem que nele preste o significado de um disfarce. Ainda temo pela continuidade da comunicação, ainda que ela passe despercebida como uma perda de tempo.

ainda temo que tudo isso é um contratempo. acordai-me. preciso viver a realidade.

jak

ACHADOS ♡ WEEK’s

salut, boa tarde, boa noite, bom dia! 16/2 6:01 pm

“A perseverança é a mãe da boa sorte.”

Quem gosta de descobrir coisas novas? (-EUUUU). Bem, posso dizer que sou aquela pessoa que a partir de um site, vou de encontro ao outro, ao outro, até submeter a algo que realmente me surpreenda.

Essa semana fiquei fascinada com a proporção de coisas que acabei esbarrando, em meio á tantas páginas. Desde artefatos impressionantes á coisas que desejamos terminantemente em nossa casa. Eis aqui um quadro das coisas que descobri repentinamente.


  • O designer Zanwen Li criou uma série de lâmpadas nomeadas de Heng, à que distribui um panorama incrível, de elementos bem atrativos, onde a criatividade e a invenção se resumem por um todo. –adoraria ter um desses em casa. 
  • Oleg Khalip, criador da Jollylook, a câmera sob qual foi projetada por meio de materiais recicláveis, tem tudo para ser a melhor coisa já inventada com papelão. Essa belezura possui a função instantânea e reside em ser um pouco maior que uma caixa de Iphone, ou seja, é perfeita para qualquer ocasião. –desejando imensamente na coleção.


  • Em frente a tantos sites de compras, encontrei Free Peoplecujo possui uma amplitude diversa, apresentando peças e costuras que não estamos acostumados a distinguir, do tipo sapatos bordados á estilos bem exóticos. –ansiando por tudo.
  • O Spotify é demais. A cada semana há indicações novas e nessa semana não foi diferente. A música Open Road (do Roo Panes) é em determinada passagem, a trilha sonora de viagens aventureiras. Já entrou na playlist, hehe. –dá um play e sinta a emoção.

🍍

esses foram meus achados por aí

e quais foram o seu? | jak

FIM DE SEMANA OFF-LINE

Hey, what’s up? Que tal ler ao som do The Killers, hein. 

“Sabe aqueles planos traçados no papel? Pois é, se queres vê-los romper sobre a suspensão de sua realidade, corra atrás campeão!” 😉 ~jak

Bem, cá entre nós… se tem uma coisa que eu admiro é dedicar um tempo para a família. A gente vive nessa correria do dia-a-dia, acaba dispensando o melhor potencial da palavra viver e, no fim das contas deixa muito disso passar em razão de minutos. Portanto, nesse fim de semana fiz desse comportamento meu auge de exercer o veredito. Resumindo: desliguei-me de tudo, do blog, dos sites que costumo frequentar, enfim, dessa bagagem tecnológica e fui viver o mundo real. Estava mesmo precisando cair em si. Todavia, nós criamos infortúnios, nós se tornamos infortúnios, flertando nossa consciência por meio deste que se viabiliza a observar nosso território do ser e estar.


anigif

Primeiramente, assisti um filme (Minha querida Anne Frank) que me introduziu fielmente com a história. Não tinha muito contato com a biografia de Anne mas ao proceder do filme, me fez ter o desejo de ler o seu diário que provavelmente deve instituir muitos assuntos interessantes, o que me agrega ainda mais lê-lo.

Depois da festa do meu caçula, apanhei a bike no meio da noite e pus-me a pedalar no ramo das dez horas. Posso confessar uma coisa? Andar de bicicleta durante a noite é altamente delicioso. ^^

20170212_180025-1Suplente á um dia de domingo, diria que estaria largada no sofá –uncle grandpa. No entanto, como uma visitinha a nossos avós é sempre bem-vinda, resolvi fazer uma visita agradável e de lá preparamos várias delícias, entre elas, uma torta de palmito de tirar o fôlego (depois quero adquirir a fórmula secreta, hein vó). Me empanturrei de tortas até dizer chega, hehe.

fiquei exaltada por fazer parte dessa experiência e enfim posso clamar por bis!

sei que já é quarta-feira mas, como foi seu final de semana?

jak  🙋

INTOCÁVEIS

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ouça junto

O belo, o impróprio
O servo, a negação

O limite, o impulso
A chama, a atração


A distância, o versículo
A diferença, a sensatez

A paixão, pura verdade
Por você, mais uma vez.

photo & text| jak

UMA LISTA PARA O DIA QUE VEM

10/2  🔵  17:02   photography’s jak| play

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Das tantas concordâncias que atingimos, ainda não se sabe o porquê vivemos nesse tempo. Ansiedade, medo, discórdia, violência e tudo abduzido por um corpo cheio e esparramando sofrimento. A gente acaba se enfiando em desculpas que não mais se correspondem aos nossos esconderijos. É verdade, quem nunca viu, verá. Somos a planura do improviso. Temos fachadas rasuradas, rascunhos mal humorados. Há fases em nossas vidas, que nos ensinam um método extraordinário. O dia que vem, o dia que virá. Desconheço todo esse inclino, pois meus pulmões ainda não chegaram lá.

Eu sei do agora. Pelo menos o vejo. Agora o tempo está nublado, um pouco ensolarado com o bafejo do embasamento. Eu sei que passar horas pensando em algo, é ofuscar a vertigem iluminada. Mas penso eu que, um cérebro disposto de raciocínio é aquele que não pára por nada. Eis aqui minha lista para o dia que vem, para o dissertar dessa dádiva:foto5-ouvir um novo álbum do cigarettes after sex; meditar por 20 minutos; continuar a ler o livro da semana passada; fazer uma festa de aniversário para o meu irmão caçula; pedalar por aí sem ter pressa para chegar; respirar fundo; assistir um novo filme; cuidar-me-ei; fazer alguém feliz; ser essa pessoa feliz.

foto6TEMPEREMOS COM FILOSOFIA:

Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos apenas duramos. -Vieira, Antônio.

carinhosamente, jak

PENSO, LOGO EXISTO

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photo by jak

play – open your eyes 

Por horas, vivi da metade. Por segundos, vivi a clemência. Sem ciência. Vivi. E do melhor de mim, guardei a decência. Menti. Mesmo sem aquém direcionar. E senti, o peso de não saber onde estar. Sou a fração do desespero que se repele. O refúgio das repaginadas do agora. Um emprego frêmito das contradições; sou a falta das ações que foi-se embora. O corpo e suas algemas cépticas. A alma e sua validez incrédula. Os dois, sem natureza eterna. A mentira, a geografia interna. Discursei-me ao plano perito do cavalgar. Certa vez que isso me fez bem, caí e não me pus á levantar. Ainda que insista e resista entre as contingências do que acredito, sei e nada sei de que exista um paraíso. Onde meu corpo debilitado de fúria, toque a euforia do repousar. Nem que de perto ou de longe, eu consista á duvidar. Já que em toda minha vida, no silêncio sem contrapartida, fiz de mim um objetivo irremovível. Fui a parte e o todo. A sensibilidade e o nervoso. Um circuito meramente…

c  o  m  p  r  e  e  n  s  í  v  e  l.

bom dia | jak

Quando escrever é uma put* terapia

06/02 14:16| ouça junto ~ photos by jak

P.S: Thanks, Roseli


        Perdoem-me pelo termo obsceno, entretanto, não há de se comparar uma expressão melhor do que aquele que traduz, em resumo, os minutos do indivíduo pensante. Admitido isso, podemos iniciar nosso bate-papo de hoje. (Vocês estão prontos? – Estamos capitão!)

         Quando eu estava prestes a concluir o último semestre do ensino médio, pensei em como seria meu plano dirigente para exercitar a escrita. De costume, adorava criar diversas abordagens, relativamente participativas com o método de desabafar. Foi aí que introduzi um jeitinho de criar meu próprio espaço, um que eu pudesse exalar meu grito de guerra e conciliar os gerúndios, com a estabilidade de adotar esse meio á um hobbie. Então, JKMONDE surgiu! E a partir desse principio, surgiram vários x da questão.

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O sumo de 1/2 limão

03/02  19:10  post de hoje: crônica - art by jak

Eu sou o limão. E peguei a hora exata para começar a digitar esse texto. Não me convenho com a forma que as pessoas me conjecturam. Particularmente, sou azeda, daquelas que nem mesmo se adoçando resolve. Me comporto conforme os condimentos que me é aprimorado. De vezes, gosto mesmo é de arriscar algo novo, servir de essência para levantar o astral; emitir um novo toque.

lemon

Muitas vezes, sou posta como sobejo. Ninguém sabe mas, a melhor parte de mim estão nas sobras. Uma coisa que detesto, é ser encarregada de impressionar alguém. Eu gosto mesmo é de provocar sobressaltos, do tipo conceituado de tequila. Imaginem só, extrair toda minha felicidade para ser a limonada de alguém. Não. Me nego a favorecer os prazeres absortos sem antes compreender o espaço que serei deferido. Sendo assim, sou 1/2 do que digo, 1/2 da seiva que tempero. A outra metade, é a parte evasiva, é a 1/2 de um mistério!


jak 🍏

MPB: música para beleza – interior

02/02/2017 08:55| photos by jak

bonjour, em plena manhã, saboreando um pãozinho com manteiga acolhida pelo calor enérgico do café coado, escutando Renato Russo e sim, demorando uma eternidade para fixar os olhos em uma das 5 abas abertas no navegador. Eis que fixo e enfim podemos começar.

Sabe, eu nunca valorizei minha atenção para escutar música popular brasileira. Sempre me prendi á uma xenofilia e ademais, sigilei desprender o que não me causava delírio. Para mim, MPB, representava sem dúvidas, música para bocejarhehe. Contudo, essa visão sarcástica se transformou em uma oferta para saborear algo novo, o que é indispensável para mim. Da zona urbana á zona rural. Qualquer que seja seu ponto atual, MPB já fez parte da sua vida ou ainda faz.

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Lembro-me de um tempinho assim, quando ia para a escola de manhã. Era delicioso. Minha mãe ligava o rádio e deixava a aura subir, reinando em nossas manhãs, com chá ou sem chá. Bons tempos. E não é que eu gostava da coisa. Do som afetuoso, daquelas de barzinho com música de fundo. Sem contar as novelas, no ‘vale a pena ver de novo’. De alguma forma, o MPB teve um percurso marcante em minhas lembranças.

Enfim, eis que essa pessoa, amante de qualquer codinome internacional, prestou em ocupar um tempinho para ouvir Maria Gadú. Tendo o resultado positivo, o Mr. Google auxiliou num campo extensivo. Cazuza, Chico Buarque, Leoni, Gonzaguinha e +. Estou adorando conhecer a poesia comportada em uma suavidade oportuna oferecida desse gênero. Tenho certeza que há muitas faixas para explorar ainda.

...faz parte do meu show, meu amor...

E você? Qual é a sua relação com o MPB?

STATUS: ACEITANDO INDICAÇÕES! 😉 haha

com amor, jak

Um pedido: desacelere! ✌️

30/11 19:11 photos by jak| ouça

Senhoras e senhores! Como vão?

Sei que existe uma explicação para esses intervalos incessantes que vim acumulando por aqui. Mas queiram me desculpar! A vida acaba não sendo aqueles subjetivos que tanto aspiram a favor das boas energias. Justamente isso é que venho ortografar.

Existe grandes elementos para que sejamos as melhores pessoas do mundo. Porém, nem todos os dias são agregados de inspiração e auto eficiência. É normal não estar sempre bem. Que pessoa no mundo acorda todos os dias na visão de observar um dia radiante e maravilhoso em uma manhã nubilosa? Somos campos defeituosos. Sempre expandindo o conhecimento, sempre querendo mais. Somos a soma de experiências mal concluídas e o medicamento de coisas vertiginosas. Mas qual é o tratamento para as coisas começarem á desenvolver-se? De ti para si. De si para o mundo: desacelere.

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Quantos não cabem dentro de um sim? Claro, a resposta indecifrável! No entanto, quantas vezes deixou de fazer as coisas porque não satisfaziam as suas expectativas? Desculpe o transtorno, mas isso é fato, está em mim, está em você, está em todo mundo. A medida que criamos a zona de conforto, qualquer indigesto cativante, é mera coincidência. Mais vale aceitar a decisão de que ninguém é perfeito do que se apropriar de um padrão que não permite explorar o melhor de seus atributos.


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Nessa caso, simplifique. Não queira chegar ao céu sem antes conhecer a terra. O mundo assingela por esse pedido.

Siga seus passos de acordo com sua velocidade. O que os outros fazem, os que outros assemelham… esqueça!!! A maior razão para a ansiedade incontestável é ser o pecado da comparação, se obtendo de fracasso como reflexo da vitória dos outros. Jamais impeça de realizar sua missão nesse mundo, por uma causa não correspondente a sua. Provoque a habilidade que percorre em suas veias e, vá atrás de seus sonhos, sem abnegar sua origem. Medite, respire fundo. Quando estiver a executar uma decisão errada, pense e repense. Não jogue tudo para o alto. Grandes conquistas, são resultado de grandes caminhadas. E não menos importante, agradeça. Agradeça pela oportunidade do agora. Ser feliz, não está em nenhuma forma de investimento. Está no equilíbrio em que você recebe a sua vida. Podem vir anos e anos. Idas e vindas. Somente você tem a garantia de ter um ano novo todo dia. Você faz a mudança, okay? Então levanta sacode a poeira e dá a volta por cima.

meu muito obrigada,

jak