Instância de cores

2016-12-22 11.52.58 1-01-01-01.jpegE foi-se ao todo; uma correnteza exorável resfriando sobressalente o contorno do homem. O mesmo que fez as luzes, os prédios, as rotas, nunca tão perto esteve frenético a proximidade do escuro. Quão alto degradante. Esteve extraído nele, os dias embargados no vinho; falta perplexa do contato humano, área instabilizada da fertilidade amargurada; estatelada dose do se ver sozinho.

Regido de fúria, sempre em torno do atenuante restar. Medo da mesma sombra do que uma vez se pode tornar. Recesso de amor. Espesso de culpa. Cores que uma vez versavam, cinzas dependentes, ocupam sua sinceridade oculta. Mais do que o próprio verbo, esconde-se a face em tons de luta. Assim. Caminha ele. Presumindo o viver sem dele, as forças da necessidade enxuta.

-good morning, j■k-

MINI-HÁBITOs

~se a vida é feita de escolhas, eu escolho ser feliz| 11:01

Como vai, meu caro?? 🙂 Aposto que seu final de semana fora esotericamente doce, principalmente para os chocólatras, não? hehe. Nada que uma brincadeira daqui acolá fizesse de falta nessa comemoração. Pois bem, dessa vez meu alvo foi concentrado numa grande mulher aventureira. HEY, VÓ! Apanhei um desses ovos de galinha caipira, submeti em uma embalagem de sonho de valsa e a partir de uma cestinha decorativa, dei o golpe do ovo de páscoa!! É óbvio que ao contato alarmante de suas mãos, o sentido da brincadeira foi resultado de grande exaltação. Mas tudo ficou bem no final de contas, claramente sendo presenteada com seus sortidos suculentos, rs. 🍫

Well, well… hoje resolvi escrever um pouco. E se existe uma coisa que detesto é limites. Já tentei de tudo para depor com estrategismo de expectativas. Vamos contar que nem tudo, pois estou acertando essa reputação comigo mesma com um passo de cada vez. É um saco ter que conceituar um turbilhão de coisas com aquelas que seu corpo aparentemente já atende por domínio. Logo que previ essa entrância de uma nova fase, tornei a favorecer a prática dos mini-hábitos; nada mais é que uma organização diária dos seus á fazeres, entretanto, com escalas de menor tempo!

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um café, será sempre uma boa pedida.

Ok, vejamos um exemplo… ler. HA! Antes, eu mergulhava de cabeça em 1 capítulo por dia. No dia seguinte, não sabia nem a metade do que foi lido, devido a falta de concentração (-deve ser a velhice chegando). Essa semana iniciei o relance de ler 2pág/dia, até que felizmente eu pegue o hábito de acrescentar propósito sem sentir tédio. Outro meio, são os estudos. Ao contrário de se derreter em frente ao computador com tanta informação processando, estou averiguando 2hrs do meu tempo para efetuar a dedicação daquilo que me traz afins do conhecimento intelectual. De fato, a gente somente, coff coff, ‘só mente’, quanto a relação de querermos algo e acharmos que não conseguimos.

*pura verdade*

Portanto, nada que um empurrãozinho na consciência ajude a viabilizar o que queres do que desejas;

-e você? como lida com esses problemas no dia-a-dia? 

até amanhã, jak| 😉

mas para a alma faminta,

…todo amargo é doce.  (Provérbios 27:7)

Bom dia, –eis um sonsinho bom pra escrever 🚀

Cá estou. 15º semana do ano. Deliciando um café puramente quente. E de passe a esclarecer meu intervalo no blog. Sempre haverão duas coisas sobre as quais não poderei distinguir. As que tenho e as que me tem. Os diferentes pontos de vista, acabam ocupando o verdadeiro esboço do horizonte. Certo, certamente. Sempre em ascensão do exorbitante encontro. Meramente ilustrativo, é convencionar a mercê de nossas estatísticas estando sempre a frente do reflexo razoável. Isso não se detém á fatos, no entanto, aos fatores, por qual me servem ao incisivo perfeccionismo.

Ou seja, você aí, que deixa tudo em cima da hora, faz aquelas listas gigantes, escreve 200* rascunhos mas não acomete a repercussão em terminar… pois bem, era isso que estava acontecendo. Num momento tudo está sob controle, o domínio, a soberania… até que você desmaia na procrastinação e os problemas acabam surgindo onde menos se imagina. E claramente a vontade de um mundo á progredir, desaparece. Para tanto, neste momento reaparece. EHHHH -pausa para exaltação. 🙂   *EXAGEROS À PARTE.

desenhojak.JPGDesde então, passei a ruminar diante de tanta coisa que fiz até aqui. E fato é, se você não possui o disparo pelo desejo de fazer algo que realmente sinta-se a vontade, a melhor maneira á designar, é pressionar o gatilho em outro propósito. Nesse caso, gostaria de anteceder-lhe a notícia que, sim, estou de volta. E adivinhem? Todo conteúdo de agora em diante, não apresentarão sequer outra fonte senão criada/fotografada/desenhada/escrita por essa pessoa que vos escreve. Por que? No instante em que criei este espaço, a datar pelo início desta trajetória, essa era a verdadeira intenção. Reunir esse conjunto de loucuras que se remete ao meu mundo.

Finalmente, depois de tanto tempo procurando uma solução, mesmo estando com a resposta debaixo do nariz, eis o veredito para continuar a fazer parte dessa aventura. Fazer o que gosta. Ponto. FAZER e descobrir-se por acaso. Sem caso.

Afinal, sempre estaremos entre o sim e o não. Mas o talvez, nos dá tempo de sonharmos acordados, enquanto banhamos a tarefa de se recorrer a imaginar tudo que temos.

Nos vemos por aí,

hasta la vista,

jak

PARA ENCERRAR BEM O DIA – Jak K.

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150 palavras sobre o amor                                                                                   

Eu amava. Tu amarias. Como saber que nos amamos? Amar é desejo inescrutável. Infantaria atônica do sentimento aturdido; sem do mesmo, ausência incessante. Ora antes que saberdes amar á sermos amados, o amor se dá à quem ninguém pertence. Alvo sem retiro, pressa acalmada do toque. É colo ignóbil, entremeio à almas desconhecidas. É pendência plantada à inexistência ao que regar. A concentrada natureza silenciosa que alenta. O mergulho à céu aberto. Diferente, estridente e invisível. É alimento avito sem escasso de fome; ditado que se adorna ao elucidante viver. Amar-de-ei uns aos outros como devido a ti . Ames porquanto amarás. Dentre o calor derretido, a elegia do coincidente sofrer. Mas não sustente a verdade a quem lhe custe perecer. Simplesmente amável. Torne-se a adorar. Pois amor é pouco acima de qualquer escarpa. Ames incondicionalmente. Ainda que criastes chances do esquecer, sucessivamente do ser amado. Apenas amemos. À sobretudo amar.

jak|ouça

ATÉ SEMANA QUE VEM! ^^

RECRUTAMENTO DE IDEIAS (meio-tempo a folia)

Salut, como vai caro amigo (a)? 🙂

Cá estamos de novo. De modo a procriar estratégias para o feriadão render deforma recompensante. Convenhamos que o ano só começa logo que o carnaval termina. YES! Elaborar coisas gradualmente bacanas, nos desviam daquela preguiça bajuladora de ânimo, hehe. Ah! A preguiça também não é nenhuma vilã da história -disse a moleza em pessoa. Demora-se um tempo até o corpo entrar no ritmo. Consequentemente, esse meio-tempo pode significar um intervalo interessante para conhecer/ler/ouvir/assistir algo inaudito. Se você optou por ficar em casa nesse carnaval, assim como eu, tenho certeza que essas recomendações possam servir de algum modo para quebrar aquele tédio da porr*.

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fotografia fremente resultado de uma noite sem sono

💬 Ler livros de diferentes gêneros: Sistematizei um critério bem simples para incentivar meu hábito de leitura que andara ultimamente bem decepcionante. Assim separei os livros: Yoga para a era moderna – O CAMINHO DA PERFEIÇÃO (auto-ajuda), Nova antologia poética (poesia), Enclausurado (romance), O livro negro de Thomas Kyd (infantojuvenil). Todavia, ler um pouco de cada um, acaba levando a sua identidade para o que realmente goste de ler. Observemos. Do que adianta o próprio leitor se estremar a ser leitor se não souber reconhecer o que te fascina. Em verdade, os livros de infantojuvenil proporcionam uma característica itinerária, devido a sua facilidade entre o texto acessível e a junção das ilustrações que percorrem detalhadamente o caminho de nossa imaginação em contato da história. Mas o que realmente está me entretendo além, é vivenciar Mario Quintana.

💬 Correr por diversão: Pense que você pode chegar. Agora, imagine que cada passo consiste em muitos pontos ocultos que serão dado a cada largada. Você pode conseguir atingir essa meta, aliás existe uma bandeira de compensação quando você conquista esse desempenho. Correr é tudo de bom. Tenho o costume de correr durante ás tardes de domingo, assim que possível. A noite, de manhã, de madrugada. Sua melhor companhia na corrida, será um par de tênis e uma playlist incentivadora. Mas se tiver com quem dividir essa experiência, a diversão será certamente em dobro!!

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💬 Assistir á documentários do vosso interesse: Isso é freneticamente pessoal. Mas se documentários de fotografia, alternam por sua incrível atenção, assisti um documentário show de bola sob o qual me interagiu a ver esse atributo de outra forma. Seguido ao nome Close UP Photographers at Work, está dividido por partes: 1 e 2, cujo estão disponíveis respectivamente no YouTube. Sim! É um documentário para ver e se inspirar com os grandes talentos renomados do hemisfério fotográfico.

Bem, não tenho outra alternativa para finalizar esse post, do que com a mais sincera desculpa de que estou com preguiça para interagir sobre o que mais podemos fazer essa semana. Se por alguma razão esse texto ficar gigante, é mera coincidência, haha. A verdade é que desejo-te uma semana bem tranquila, daquelas que ficar na cama o dia todo, é divida sendo paga pelo seu corpo atolado de cansaço.

Um brinde a preguiça e que sejamos todos felizes por ela,

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PARA COMEÇAR BEM O DIA – F. Pessoa

Não Tenho Pressa

Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
Não; não sei ter pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente aonde o meu braço chega –
Nem um centímetro mais longe.
Toco só onde toco, não aonde penso.
Só me posso sentar aonde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.
Pessoa. FERNANDO,

Bom dia,

photo by jak

-if you would weeping-

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as lágrimas são projetadas por emoções. tão mesmo por constantes pensamentos, por lucros dum primórdio não tão distante. por sons que sufocam o andamento dos batimentos cardíacos, por um suporte sem proximidade á uma explicação sincera. e ela se alastra. hipnotizando os documentos já arquivados, já esquecidos, portanto de maneira á se reintegrarem em momentos impremeditados.

são águas salgadas. passando a pulsação de cativeiros obscuros, da fala não dada, dos sentimentos não sentidos; e como saber sentir um sentimento? o caos em si, por um redemoinho de pranto insolúvel, surgindo assegurado pelo tempo de reflexão em banho. de nada se sabe, o quão insensível se manisfesta nossas impressões. se por lembrar da felicidade, nossos olhos esbanjam o abalo dos efeitos harmônicos, redobrando a sensibilidade a eles á uma porta a céu aberto, tão decente a se coibir por lágrimas daquela turbulência expulsante de excitação; do amor ao toque, da presença sem convite, do tato ao âmago da sensação. dessa forma, um erro seria não varrer o júbilo, em troca a admitir o medo a se condizer com outros fatores, resultantes da perda, do pensar e existir em suma protuberância á se dizer incapaz de sentir. e nesse escaldante ciclo, as considerações finais. a inexplicável peleja dos enseios não cobrados por faces desmoronadas de culpa. sempre seremos o ser e a culpa.

ás lagrimas desviamos a moldura, entre tantas e incríveis vezes que se perdemos em devaneios passados e que ainda irão de passar. as gotas são o presumo de nossas narrativas mais afundas do que o próprio espírito. a cerca de qualquer época. elas viverão por demonstrar nossos recipientes alvitres. sempre que vier, irão de virar.

jak| art henn kim

Então ‘tá’ bom!

🐲  ouça  🐲

A vida é mesmo como um filme. Ora ela te decepciona, ora ela marca o momento exato para escandalizar contra suas próprias inquietações. E a contar com essa pertinência, ‘então tá bom’ se expôs ser o novo adeus em nossa conversação.

As pessoas são um projeto indumentário infinitamente captado de reconhecimento vital. Possuem uma ampla abordagem, de fato, conseguem tudo o que querem, quando querem. Como? O diálogo. Ponto. DIÁLOGO. Fiquei á pensar num instante buliçoso em como seríamos sem a comunicação… o silêncio seria a frota de nossos intervalos maiores. O conjunto vertical do presente aqui pertencente.

Espero não estar confundindo sua cabeça, a valer pelo trajeto que estou lhe correspondendo. Afinal quero dizer o seguinte: como seria a nossa interlocução se definitivamente desempenhássemos a nossa atenção numa única conversa? Nem que seja aquele parente distante ou a razão penetrante que te faça propor seu espaço como a desvelo àquela ideia. Olho no olho, essa é remessa.

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Geoffrey J.

Cada vez mais se portamos disparados á apatia. Se por não ouvir, é por não ter interesse, se por não responder, é por não ter argumento, se por tentar alguma conversa fiada, é por dizer que está puxando assunto. Se por não abafar nenhum caso, é por estar corroendo por dentro, criando expectativas para introduzir uma conversa acondicionada. Centrada, em algo sem arremesso.

É difícil acreditar que verdadeiramente estamos se desfazendo. Esbarrados uns aos outros, sem ao menos saber quem é quem. Sem ao menos considerar um bom dia, uma saudação amigável. Se de tudo falar, é algo intolerável. Estamos recuando a pinta de partida. Ninguém mais. Só o lamento, a menos. Que de alguma forma se reside em nós mesmos.

Ainda temo pela esperança. Pela liga de uma sociedade perspicácia de iniciativa, sem o tempo à esperar pela tese. Ainda temo que o adeus seja concedido após um papo delicioso, sem que nele preste o significado de um disfarce. Ainda temo pela continuidade da comunicação, ainda que ela passe despercebida como uma perda de tempo.

ainda temo que tudo isso é um contratempo. acordai-me. preciso viver a realidade.

jak

ACHADOS ♡ WEEK’s

salut, boa tarde, boa noite, bom dia! 16/2 6:01 pm

“A perseverança é a mãe da boa sorte.”

Quem gosta de descobrir coisas novas? (-EUUUU). Bem, posso dizer que sou aquela pessoa que a partir de um site, vou de encontro ao outro, ao outro, até submeter a algo que realmente me surpreenda.

Essa semana fiquei fascinada com a proporção de coisas que acabei esbarrando, em meio á tantas páginas. Desde artefatos impressionantes á coisas que desejamos terminantemente em nossa casa. Eis aqui um quadro das coisas que descobri repentinamente.


  • O designer Zanwen Li criou uma série de lâmpadas nomeadas de Heng, à que distribui um panorama incrível, de elementos bem atrativos, onde a criatividade e a invenção se resumem por um todo. –adoraria ter um desses em casa. 
  • Oleg Khalip, criador da Jollylook, a câmera sob qual foi projetada por meio de materiais recicláveis, tem tudo para ser a melhor coisa já inventada com papelão. Essa belezura possui a função instantânea e reside em ser um pouco maior que uma caixa de Iphone, ou seja, é perfeita para qualquer ocasião. –desejando imensamente na coleção.


  • Em frente a tantos sites de compras, encontrei Free Peoplecujo possui uma amplitude diversa, apresentando peças e costuras que não estamos acostumados a distinguir, do tipo sapatos bordados á estilos bem exóticos. –ansiando por tudo.
  • O Spotify é demais. A cada semana há indicações novas e nessa semana não foi diferente. A música Open Road (do Roo Panes) é em determinada passagem, a trilha sonora de viagens aventureiras. Já entrou na playlist, hehe. –dá um play e sinta a emoção.

🍍

esses foram meus achados por aí

e quais foram o seu? | jak

FIM DE SEMANA OFF-LINE

Hey, what’s up? Que tal ler ao som do The Killers, hein. 

“Sabe aqueles planos traçados no papel? Pois é, se queres vê-los romper sobre a suspensão de sua realidade, corra atrás campeão!” 😉 ~jak

Bem, cá entre nós… se tem uma coisa que eu admiro é dedicar um tempo para a família. A gente vive nessa correria do dia-a-dia, acaba dispensando o melhor potencial da palavra viver e, no fim das contas deixa muito disso passar em razão de minutos. Portanto, nesse fim de semana fiz desse comportamento meu auge de exercer o veredito. Resumindo: desliguei-me de tudo, do blog, dos sites que costumo frequentar, enfim, dessa bagagem tecnológica e fui viver o mundo real. Estava mesmo precisando cair em si. Todavia, nós criamos infortúnios, nós se tornamos infortúnios, flertando nossa consciência por meio deste que se viabiliza a observar nosso território do ser e estar.


anigif

Primeiramente, assisti um filme (Minha querida Anne Frank) que me introduziu fielmente com a história. Não tinha muito contato com a biografia de Anne mas ao proceder do filme, me fez ter o desejo de ler o seu diário que provavelmente deve instituir muitos assuntos interessantes, o que me agrega ainda mais lê-lo.

Depois da festa do meu caçula, apanhei a bike no meio da noite e pus-me a pedalar no ramo das dez horas. Posso confessar uma coisa? Andar de bicicleta durante a noite é altamente delicioso. ^^

20170212_180025-1Suplente á um dia de domingo, diria que estaria largada no sofá –uncle grandpa. No entanto, como uma visitinha a nossos avós é sempre bem-vinda, resolvi fazer uma visita agradável e de lá preparamos várias delícias, entre elas, uma torta de palmito de tirar o fôlego (depois quero adquirir a fórmula secreta, hein vó). Me empanturrei de tortas até dizer chega, hehe.

fiquei exaltada por fazer parte dessa experiência e enfim posso clamar por bis!

sei que já é quarta-feira mas, como foi seu final de semana?

jak  🙋