Reconhecer o invisível

Eu posso não perceber,

mas as pequenas figuras

são a que me remetem mais dúvidas

porém, as que me surpreendem mais.

As fotos são lembranças de que esse dia não foi único

teve algo em especial,

teve de fato uma iluminação à beira do que me

entrego.

Não devo confirmar se fora uma nova roupa,

ou um novo livro.

A cada épico instante, capturo mais uma fotografia,

uma nova fase reconstituída.

A vida pode não estar sendo brevemente comprometida

como deveria ser,

mas veja,

alguns sacríficos são poderosos

em algumas relações.

Não devo levar em consideração a quantidade,

ela sempre atrapalha,

ofusca memoravelmente a beleza das ordenações

com que os planos são emergidos.

Facilite sua memória e sua vasta colocação como pessoa.

Nem sempre cada momento é prestigioso, há recompensas

que são comemoradas com lágrimas e já muitos com gritos.

Não é apenas olhar o imaginário.

É senti-lo. A brisa que interferem entre as mais presunçosas vias,

o que há escondido?

Ilusões, paixões, fascismo, reconhecimento é o melhor

ponto com que se regenera as bruscas funcionalidades do tempo.

Fico abismada como em muitas ocasiões,

gostaria de viver na época em que os rapazes eram gentis e se civilizavam radicalmente com

seus pensamentos.

Mas minha miserável consciência, me diz que tudo isso

é preenchido por algo que não observo, mas creio.

Humildemente, louca por sonhos, é resgatar o possível

das preces do último pesadelo e compreende-lo que estou acordada.

O duro é fiscalizar que não sou tratada como uma visão por tal.

Portanto, o que queremos formalmente?

Uma chance distribuída de voltar pra casa

e refletir nas possibilidades.

Não basta fechar os olhos.

A mente é traiçoeira, você pode se arrepender.

A não ser que se lembre que todo lado escuro,

possui sua claridade.

Sério? É necessário!

Entretanto, com essa minha tensa realidade,

é preferível estar de olhos bem abertos,

do que respostas improváveis subordinando minhas

expectativas, e as suposições

que agridem principalmente,

meu modo incomum de estar farta comigo mesma

nas horas mais que importantes.

E para intensas hipóteses, construo pequenos sacrifícios

com grandes obstáculos,

internamente intolerantes.

Mas o que é da vida, arriscar sem tentar?

Um labirinto de portas entreabertas.


JkMonde

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