6×9

Salut, (dezembro meu caro) 

α reconquista que regressa entre coisas tão etiquetadas em nossas perseguições para algum reflexo por dentro, no fundo, verdadeiro. Da falta visionária de ter o poder de enxergar os motivos como elas claramente são.

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Isto não é um cachimbo, René Magritte sabia que nada é por acaso. Esse desenho,- de cachimbo -,  nos localiza de raciocínio e gesto, a interpretação por traz da traição das fisionomias. Por detrás surrealista, sobretudo uma batida de sentido e filosofia para vossas demãos.

O que sustende a voz se ela pode se transformar em um ruído? Porque não transmutar um quadrado em um cubo? Percebe-se que as fontes são ilimitadas, entretanto jamais estanque em uma coluna rebaixada, um toque ou outro percebemos que há um senso exclusivo prestes a nos comportar como indiferentes. Juntos podemos ser uma colônia de distraídos, e brevemente podemos ser condimentados por movimentos ao contrário. Ou finalmente, temos á principio que estamos nos precipitando acima de nossa própria sombra, de qualquer posse, de uma corrente de desvio fortemente ofuscada por regras concretas. Sem título

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2 thoughts on “6×9

  1. Olá! Tudo bem? Adorei o post! Lembrei do filme ” A culpa é das estrelas” , quando a Hazel veste uma blusa com um desenho do cachimbo e sua mãe quase dá um colapso,e ela fala; ” __ Mãe! É apenas um cachimbo, não é porque eu estou com uma blusa com um cachimbo que deve ser um cachimbo!” , Cada um interpreta da maneira que achar melhor e nem tudo o que vemos é aquilo que realmente é! Perfeito! Abraçossss

C⚉MENTE

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