Reprojetar

Saio da sacada como um velho pedindo para ser livre de importante sensibilidade. Olho no espelho, e só vejo nada além das margens. Estou vulnerável, meus caprichos estão corroendo, mas de suma opinião estou merecendo. Minha visão escurece quando nada transmite luz, é assim que me interpreto e repentinamente o que me conduz. Percebo que não detenho todas as infelicidades, e sinto tanto receio por estar na flor da idade. Temo que caminhos estão sendo construídos, se locomovendo, me introduzindo. Do salto ingrime, da boa coordenação, me agrego arrastada por sequer uma sub explicação. Assedio meus labirintos que jamais se adormecem, são como meus pensamentos que nenhuma vez me aborrecem. Fatos são hipoteticamente inúteis, quando tenho a razão de que alcancei ser imune. Deixei de ser tola por identificáveis aglomerações, portanto voltei a falência com o retorno das emoções. Não tenho clareza, ou objetivos, isso me deixa pesada por tantos compromissos. Detesto evidenciar que estou perdendo, mas é melhor forma de reconhecimento. É a mesma coisa sempre, acordo, me alimento, assisto, durmo e esqueço, adoraria passar dessa inércia para um novo contexto. Ouço, acredito, e recomendo, no entanto do soar do galo, relevo outro sono denso. Sou um movimento insano que se manisfesta abertamente, seria muito mais fácil, se prestasse favorecimento além da mente.

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photo by Jak

Sem título

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C⚉MENTE

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