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Há quem precise de um espaço para respirar, eu só peço o oxigênio para continuar vasculhando minha vida imoral. Nos olhos de quem eu posso aceitar que eu sou feliz? Apenas nos meus. Que reflexo o espelho me transmite? Minimamente de um agrário fastidioso, comprimido numa mente de gestos e fontes que brilham. Como se toda noite eu esperasse que surgisse uma estrela cadente, me arrancasse de um arquipélago e, me deixasse em qualquer praia do Madagascar. Ou se pudesse escolher, quem sabe ela me realizasse o desejo de estar em los roques? São nos brotos aquáticos, que tenho outra fértil imaginação de controlar o oceano e ter uma bela calda de sereia. Recolher conchas, andar de mãos dadas com alguém que aceite minha companhia, pensar nos fusores de caminhadas, tentar surfar e finalmente encontrar um pedaço de mim. A vida é uma viagem. O trajeto é um ensino, a emoção é um vínculo e a poesia o órgão de toda condensação.  [PLAY. rock on the beach: Metric-Synthetica]

DSC04380[photo by jak]

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3 comentários em “

  1. Sabe Jak, penso que fiquei meio ultrapassado, ao ver jovens como você com a cabeça tão madura no momento de se expressarem. Confesso que fico muitas vezes assim meio boquiaberto me perguntando, como pode ela ter tanta visão assim? Escreve, pinta, fotografa, poetiza… gosto da foma tão pessoal que descreve as coisas ou apresenta, sempre novidade, sempre em movimento. Fala a verdade tô gagá, rssss. Bjs! 😉

C⚉MENTE

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