O sucessor das três letras

15:49 post de hoje: poesia - photos/text por jak

Abriram as asas, venha-se o vento

Fecha-te as mágoas, livrais do sofrimento

Das velhas manias, declinam-se forças internas

repletas por si,

inteiramente, esportivamente, discretas.

Um só por todo, encarece o tecido desfiado

Como a vela no escuro, num dia ensolarado

reduzindo… vociferando…

Espreitando a veracidade, no mínimo aguardando.

cropped-po.jpg

Confúcio já dizia:

Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador.

Somos peças surradas, na imagem de um delator

Gritando na estalada do pensamento,

entardecendo…

Mas chaves destituídas a mudar,

estão na posse do silêncio.

SIM! Essa é a estrada,

o primeiro passo do acontecimento.

Não basta que todos falem, não basta que todos vejam

Ninguém obstante valerá por nada,

se não garantir o seu provimento.

-boa tarde-

JAK

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O DECAIR do ÁTOMO

foto

22:49  boa noite – acompanhe o texto com música – photography/text  por jak

e quando a vista começa a melhorar, o horizonte não mais persevera, a condolência reside e a parede construída esgota-se, evola-se, deixando rastros, sombras, ou algo que identifique que nada deu certo. é necessário dar corda várias vezes, afiliar-se ao manto flexível, reiterando, cessando pontos, evacuando lágrimas, espedindo do corpo a poeira do fracasso, [respirando…] á levar ao momento de desocupar espaço para o novo.

nem tudo é positivo. da energia que reconhecemos, a inexorável junção do negativo e positivo é vital para as coisas entrarem em vigor do próprio encadeamento funcional. pena que a alma se desgasta com o tempo. o uso contínuo da adrenalina, implica na saciedade das pequenas propostas, por assim, transmutando a competir do mesmo que fez dela o desenrolar por natureza.

tão óbvio quanto renunciar, é preencher o vazio com boas ideias! 

se tudo – quando praticado por um desacerto fosse absolvido por presentes, acordos carinhosos – a facilidade de reter outra dose de se descobrir, seria vulnerável à sentença do valor exclusivo da experiência.

câmbio e desligo xx

JAK

Que horas são?

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um pouco de tinta azul, por favor

Cinderella – Coming Home

Não vejo o momento para estar em casa
Enfastiar os vizinhos em plena sexta-feira à noite

Contanto, Contando...

É complicado quando você mesmo já não sabe quem foi
Algo que se prese convida a memória mais construtiva em 
remorso de sua gravidade caritativa

Ainda me pergunto: se todas as perguntas fossem respondidas
Seria eu, o ponto de interrogação?

Meu coração tem um ingresso incomum com a euforia
Batimentos curtos, como a maré de uma manhã nublada que se alicia
Soando intermitentemente estúpido
Quando agrupado em voz alta.

Mas olha, nem todos os pontos são marcados à nosso uso
Tem horas, portanto, que é bom não sentir falta.

~jak

~enquanto duram

2016-11-30 10.56.17 1.jpg‘escolha o caminho fácil e assim que possível o sol estará entre triagens transparentes. assim que tudo passar, a natureza nos impedirá de sossegar na mesma tecla. então se possível, vá pelo caminho difícil. avance a plataforma pela medonha façanha do desconhecido. enquanto durarem nossas cotas que incitam do mesmo golpe debulhado de entusiasmo,

a flexibilidade de nossos poemas tomam o fingimento acolhido pela fauna soturna.

enquanto durarem os prazeres finitos, o vazio tomará coincidência de uma falta imprópria. entre um e o outro, caminhamos pelo canto da serenidade oculta.

enquanto duramos, a razão será apenas das poucas entrelinhas que estaria acompanhada do pouco, do muito. a combinação de imagens nos permite sermos o que aspiramos. enquanto duram, sem tempo a cronometrar, cenas de dor e felicidade, brindam a visibilidade real da pérfida entrada do tratado vivaz.

logo, o que durar, venha ser um verso mantido

de amor e ódio. de uma maneira franca de se excogitar.’

jk

ESPERANÇA

ouça junto - Cartola: As rosas não falam

DSCF1561.JPG
Esperança
Espera. 
Desesperadamente. 
Nela. 
A esperança. 
Esperança é acordar na igualdade e ver o azul em diferentes tons de alegria.
Esperança é chorar o erro e virar as páginas pré possante de agonia.
Esperança. Se por assim dito, ainda há, ou será de estar em algum foguete?
Foi-se pro espaço, num terreno bem abaixo de um lugar domado por uma rede.
Rede fisgada, pela serpente depravada, alimentada pelo medo.
Embora seja revistada, em todas as ordenadas, a parcela imprementada de um segredo. 
Esperança. É ser a verdade e uma leve coragem no colo do desatino.  
Esperança. É visar a entrada e estatelar os olhos ao indigesto pulsar do repentino.
Da fé se têm... confiança.
Da cor se rega... a lembrança. 
Da vida se espera... 
Espera. 
Desesperadamente.
Nela.
O vinhedo da perseverança.  
—
photo/text jak

TIME of LUNCH

~o sol é para todos… o brilho por si só!~

Salut (puxa, faz muito tempo que não uso essa palavra), como vão?

Hoje venho (-bem atrasada) para preparar uma receita fresquinha que separei especialmente para todos. Faz muitos dias sem postar uma comidinha olorante por aqui. Pois muito bem… os ingredientes são bem fáceis de encontrar, então mão na massa (-não é bem um pão mas, tá valendo a expressão, hehe)

receita.jpgConsiderando o fato que redigi os alimentos em inglês, se trata não menos de estar restituindo esse costume vice-versa no ambiente culinário. Estou fascinada e propriamente aprendendo com esse método de denominar as coisas ao meu redor numa linguagem estrangeira.  -fecha aspas, rs.

  • Aqui vão eles:

2 xícaras de arroz

2 batatas doce

1 ovo

2 abobrinhas

2 tomates

Molho de tomate

Orégano (opcional)

Sal á gosto

Azeite

  • Preparando 1 de cada vez:

Arroz: O modo de preparo em relação ao arroz é bem tradicional. Esquente o azeite, acrescente o alho (mas podemos levar em consideração aqueles temperos prontos), adicione as xícaras de arroz, mexa, acrescente a água até que cubra totalmente a medida do arroz. E deixe cozinhar. 😉

Abobrinha + Tomates + Molho: Para este preparo, corte as abobrinhas juntamente com os tomates em formato de cubinhos e reserve. Em uma panela, acrescente o azeite, doure o alho (uns 2 dentinhos), a cebola (meia cebola pequena) e logo adicione a abobrinha e o tomate. Salpique o sal, pré-aqueça o molho em uma panela á parte e aguarde até que abobrinha não esteja ensopada. Ao notar esse aspecto, agregue o molho de tomate e desligue.

Batata-doce: Pessoalmente, adoro chips de batata-doce. E não tem segredo, viu! Descasque as batatas e corte levemente (cuidado com os dedos) em tirinhas. Numa panela, aqueça uma xícara de azeite. Após cortá-las, frite porção por porção. Para retirar, separe um prato com guardanapos com intenção de absorver a oleosidade. Salpique o sal e prove essa belezura crocante antes de empratar. *dica.

Ovo: O mestre dos terrores… fritar ovo sem se queimar, hahaha. De preferência, pegue uma frigideira, (pode ser a mesma que fritaste a batata) e deixe aquecer. Em seguida, incorpore o ovo com muita cautela e tampe. Entre 2 á 4 minutos, o ovo já estará firmemente intacto, porém, leve em consideração a consistência da gema, pois isso muito pessoal. 🙂

  • Empratamento.

Sem enigma. OK? Pegue um prato de sua preferência. Em um potinho circular, coloque o arroz até que cubra a altura do pote. Coloque o prato em cima da vasilha e vire na mesma instantaneidade. Salpique um pouco de orégano por cima. Ademais, sirva-se a vontade. Uma concha de abobrinha, várias batatinhas e ligeiramente o nosso querido ovo.

Além de ser uma refeição leve, é uma delícia tanto para o almoço quanto para o jantar. Qualquer dúvida, estou a disposição. ^^

bon appétit

jak

DA PALAVRA EXISTIR

19:21 exitem os justos. existem á eles. um poder senão apunhalar o não;

DSC08761-01100 palavras e uma música.

Pink Floyd – Learning to Fly

Pensa. De modo refratado por quão imerso à insistir. O homem. Persistente a irremediável posse na face da terra. A vida. Um monumento estrangulado por altos e baixos. A história. Demasiadamente poético aquém digere a sucumbir a encruzilhada. O rumo. Proeza solícita a margem rítmica ao estado de âmbito. A máscara. Peça encarquilhada a soberania explosiva à outrem. O corpo. Diadema passional as necessidades radicais no apogeu do mundo. A alma. Desejo matizado ao toque harmônico nas profundezas da veracidade intangível integrada ao físico. A existência. O agora de ontem, o óbvio do amanhã; mediante, adiante… as revelações do universo.

-good Night- photo/text by J∀K

SUSTENTAÇÃO’

mares.jpgToma-te o porre

Ó velha epifania

Toma-te ideias

Que os mares espantam

Toma-te paz

Ou envelheça dela

Toma-te ao céu

Ó frescor arrendante.

photo|text by jak

 

MANUAL de ANTÔNIMOS

pase.jpgEveyday: Phil Collins

Se for tarde, amanheça

Se for chuva, faça sol

Se for fora, esteja dentro

Se for rápido, delongue-se

Se for som, silencie

Se for alto, recline

Se quadrado, circule

Se for difícil, descomplique

Se propenso á liberdade, leia

Se da falta despótica, esbanje

Se em nada temer, preconize-se

Se impossível, ame-se

Á tamanha dubiedade… quebre as regras!

photo/text by jak

TE AMO & NÃO QUERO TE AMAR

flowersjak.jpg

Perdidamente volvida, o copo e os talheres se mantém intactos
Distantemente refugiados por suas mãos.
Mantenho lembranças, recordáveis.

frase1

O estado como correram nossas raízes,
acabaram por apodrecer todas variedades e demais sequelas.
Exclusivamente a chama.
Pois saiba, amor é fogo. E uma brincadeira.
Em mãos erradas, o desbaratamento de emoções.
Uma crescente evolução de besteira.
Em meros caminhos, visões tenebrosas.
Vi-me ao teu lado.

frase2

Irrevogavelmente, sem adeus, deixaste-me só.
Uma carta, nem bilhetes.
Apenas o entardecer e os mofinos acobertados de pó.
Desde a alvorada desse surtir
Jamais enxerguei a chance de ter ver partir.

frase3

Conquanto percebas o mundo,
Ao redor, se gira a vida.
O pranto, se passas,
planta, rega, e por assim se alicia.
Não mais posso esperar, por uma voz
Que uma vez se dá.

Sou a própria das somas esfíngicas
A razão de continuar na saída,
Da qual se pode alcançar
Sem esmola.

tenha um excelente dia,

-jak-