#GIRLBOSS + 2OO RASTROS de APRENDIZADO

-hey, what’s up?-

Geralmente, ao preceituar de encontro a um final de semana (-seja ele prolongado), a última hipótese que passa pela minha cabeça é escrever por aqui. OK! São os dois únicos dias que tratamos da instabilidade do pensamento, o título de fazermos o que quisermos. Entretanto, dizem que os últimos sempre serão os primeiros, então, podemos concordar que essa ideia pode ser uma convenção a exercer hoje. 😉

Pois muito bem… rádio ligado (checado), cobertor sob os pés (checado), marasmo desativado (checado)… agora podemos começar; ffiiiniiiit _onomatopeia de assovio.

Nesta sexta-feira (21), a Netflix fez o generoso favor ao lançar a série baseada no best-seller biográfico da Sophia Amoruso, onde reúne em 13 episódios, a proximidade de uma jovem cheia de atitude vinda de San Francisco, la punk/hippie, passado a compensar suas experiências tediosas de trabalho até o tão sonhado emprego independente, cujo dedica-se visivelmente em vender seus achados vintage do brechó, em uma loja virtual no eBay, pela então nomeada Nasty Gal Vintage [trailer na imagem].

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Se você pertence ao grupo de pessoas que já leu o livro ou faz parte daqueles que nem ao menos sabe do que trata, relaxaa… essa pessoa aqui, começara a ler o livro e parou na metade (-por motivos de emprestá-lo antes mesmo de ler por completo). Portanto, caso você se encaixe em algum critério instável como esses, deixarei 3 fatores pelas quais recomendaria á assistir GirlBoss:

  1. Comédia: No decurso das cenas, acontece diversos momentos de descontração, piadas e loucuras, inteiramente dispostas pelo modo como se socializa o ritmo do comportamento grosseiro de Sophia; de fato rola uns palavrões, mas nada que isso interfira em algo.
  2. Aventuras: As fases e deslizes da falta de controle, cede a conferência de muitas tentativas impulsionadas pelos seus então trabalhos, a qual nada impede de quebrar as regras, como roubar certas coisas.
  3. Empoderamento feminino: O preconceito, a dinastia da participação da mulher… a determinação persiste em ser o principal ornamento que se conjugue a vencer todas as insensatas contrariedades que as cercam durante toda sua convivência.

Considerações finais: em uma só tacada de 7 horas em frente a TV, a história me deixou intrigada com o fato de nunca desistir sobre suas decisões mesmo concentrado em opiniões de que somos diferentes ou estranhos. Raramente consigo assistir uma série até o final (-na maioria das vez, assisto por** nenhuma) rs. À que posso considerar minha requisitada atenção, está associada condicionalmente a esse processo de idas e vindas que muitas pessoas autônomas passam a frequentar. Todo mundo sonha em ser dona (o) do próprio negócio. Quem sabe nesse pico de euforia eu não crie um meio de empreender e deixar de servir os extremos dessa vida de patrões…!? Recapitulando, é uma série que recomendo a todos (16+). Tem lá seus altos e baixos mas, com certeza eu não seria especialista para construir uma visão criticamente amplificada, ‘capisce!

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Quanto aos 200 rastros de aprendizado…

SIM! O blog completou 200 posts essa semana e gostaria de extasiar esta nova etapa, agradecendo especialmente ao todo que fora se unificando. O desenvolver-se a cada dia, a presença ilustre de cada um de vocês, as tentativas malucas de escrever em momentos complicados… enfim, acho que isso pediu o desvelo á que citar. Já que não é todo instante que somos presenteados com uma notícia boa. Não que isso seja uma notícia, hein!

Bem, por hoje é só (-só 600 palavras escritas em 6hrs). Não sei como minha preguiça ainda não deu sinal de vida… hehe. Acho que essa é a verdadeira relação titulada: aprender e nunca desistir.

enfim se a vida fosse fácil, descartaríamos todos os objetivos para então ficarmos jogando peteca. 😀

e vocês? quais séries estão assistindo?

câmbio e desligo| jak

The Ridiculous 6

Salut, (boa noite)

O tal filme The Ridiculous 6 que muitos pensavam que era série, foi altamente concluído da lista dos filmes assistidos e por pura semelhança eu realmente me impressionei. Claro, Adam Sandler é muito produtivo nos papeis e roteiros que participa, porém o elenco dessa vez, consistiu em variar um pouco. Estamos acostumados com aqueles velhos amigos que Adam Sandler atua, (quem já assistiu Gente Grande 1 e 2, sabe do que estou dizendo). Nesse filme, tem com exclusividade a participação de Taylor Lautner, Terry Crews (o dono do peitoral inquieto), Jorge Garcia, Luke Wilson, Steve Zahn e Blake Shelton (is this The Voice!).

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História|Tommy (Adam Sandler) pertence a uma tribo indígena, ali aprendeu seus hábitos e porções, entre outros modos que atuam baseado sobre ele.

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Porém, certa vez seu pai Frank Stockburn, aparece na aldeia e diz conhecer seu filho. Mas, ele é um fugitivo e deve para muitos entre eles o Cicero, que é companheiro de Frank a anos. Em compensação desse fato, Cicero rapta seu pai pela divina pendente, então Tommy começa sua aventura em busca do dinheiro para salvar seu pai. Nesse longo percurso, passa a encontrar alguns órfãs por parte de pai e assim os seus irmãos. Tommy é órfã também, perdeu sua mãe quando era criança, e guarda essa mágoa desde pequeno. O que é engraçado é que são cinco irmãos, seis contando com o Tommy, e cada um tem uma estranheza que retrata como talento. Chico toma piano e com seu bilau (haha), Herm tem uma linguagem estranha e esmaga as pessoas, Lil Pete tem três mamilos e não sente dor em nenhuma parte do corpo, Ramon tem um burro e tem mais utilidade que ele e Ramon tem um alvo certeiro com armas. Com todos esses talentos, os irmãos buscam dinheiro em várias cidades até que acham seu pai, pagam a divina mas infelizmente o final não é como eles pensavam.

Achei o filme engraçado, basicamente uma paródia do faroeste, e a adaptação de personagens ficou sensacional, nunca vi Taylor Lautner num filme de comédia, no meu ponto de vista, o ator está de parabéns.

Sem título