DESFILADEIRO DIÁRIO

Dada a largada e os olhos atados se divorciam Á procura de um cenário vistoso Mentes brilhantes me desafiam Rastreio os albores Interfiro o brilho — degluto minha ablepsia O palmo, o bruto, um certame, um consenso, uma heresia Distraio agouros seguindo a tática da imitação Recebendo o sol que não queima A chuva que … Continue lendo DESFILADEIRO DIÁRIO

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DOIS CAFÉS, UM DESENHO e O AR

Por mais que o tempo passe, tudo, —em memória de momentos únicos— ressurge os períodos vagos.  Penso eu ao se delongar de frente á manhã nublada, álacre de tentações. Manhãs como essa, tal dia, viera a me prestigiar em confrangimento do acordar, em pleno horário de verão, o despertar diurno anegralhado. Dificilmente tenho recordações aleatórias, … Continue lendo DOIS CAFÉS, UM DESENHO e O AR

O sucessor das três letras

15:49 post de hoje: poesia - photos/text por jak Abriram as asas, venha-se o vento Fecha-te as mágoas, livrais do sofrimento Das velhas manias, declinam-se forças internas repletas por si, inteiramente, esportivamente, discretas. Um só por todo, encarece o tecido desfiado Como a vela no escuro, num dia ensolarado reduzindo... vociferando... Espreitando a veracidade, no … Continue lendo O sucessor das três letras

ESPERANÇA

ouça junto - Cartola: As rosas não falam Esperança Espera. Desesperadamente. Nela. A esperança. Esperança é acordar na igualdade e ver o azul em diferentes tons de alegria. Esperança é chorar o erro e virar as páginas pré possante de agonia. Esperança. Se por assim dito, ainda há, ou será de estar em algum foguete? … Continue lendo ESPERANÇA

PENSO, LOGO EXISTO

photo by jak play - open your eyes  Por horas, vivi da metade. Por segundos, vivi a clemência. Sem ciência. Vivi. E do melhor de mim, guardei a decência. Menti. Mesmo sem aquém direcionar. E senti, o peso de não saber onde estar. Sou a fração do desespero que se repele. O refúgio das repaginadas do … Continue lendo PENSO, LOGO EXISTO

Loucura imperial

Em tão tão distante, os rivais e detentos se encontram rente a violação, desacreditando nos venenos e apurando com a concentração. Do nada, cada a pouco são distribuídos igualmente mas nenhum estão satisfeitos, alguém tem que quebrar a rede. Mesmo próprio e deslindo, a emancipação tem sede do que pertence aos outros e aos que … Continue lendo Loucura imperial